domingo, 22 de julho de 2012

LIBRAS

ENVIADO POR HUGO CARDEAL

MUSIQUINHA PORRETA



ENVIADO POR SEBASTIÃO PAULO

ARREPENDIMENTO...

Ele fez uma viagem de cruzeiro num transatlântico de luxo. Foram 27 dias de viagem pelo Mediterrâneo, pelo mar Adriático,  pelas ilhas gregas. Na volta, um amigo quis saber como foi a viagem.

- Nem te conto, disse ele. No primeiro dia eu estava me sentindo sozinho, mas de repente eu vi a Mariazinha, mulher do meu melhor amigo. Ela estava na viagem e sozinha também. Fiquei feliz por não estar só, e logo começamos a conversar, fomos juntos ao restaurante do navio, fomos dançar, e terminamos dormindo juntos.
- Foi mesmo?
- Foi, sim. E no final da noite, quase de madrugada, eu comi a  mulher do meu melhor amigo!  Mas depois disso eu chorei muito, chorei arrependido, quase morro de chorar!
- E o resto da viagem, como foi?
- Foi comendo e chorando... comendo e chorando..Que coisa horrível!!!!

ENVIADO POR FABIO BATALHA

COMO ELE FEZ ISSO?


ENVIADO POR AUREA OLIVEIRA

COMO AJUDAR UM AMIGO BEBADO

ENVIADO POR HUGO CARDEAL

O HOMEM INVISÍVEL


ENVIADO POR AUREA OLIVEIRA

quinta-feira, 19 de julho de 2012

EXPLICANDO O BRASIL

Por Luis Fernando Veríssimo
Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.
D - Delegado
L - Ladrão
D - Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!
L - Não era para mim não. Era para vender.
D - Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!
 
L - Mas eu vendia mais caro.
D - Mais caro?
L - Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
D - Mas eram as mesmas galinhas, safado.
L - Os ovos das minhas eu pintava.
D - Que grande pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado...)
D - Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
L - Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio..
D - E o que você faz com o lucro do seu negócio?
L - Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
D - Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?
L - Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
D - E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
L - Às vezes. Sabe como é.
D - Não sei não, excelência. Me explique.
L - É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova.
D - O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
L - Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
D - Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...
 
ENVIADO POR LUCIANO BUISINE